Doi... O menino fez-se homem à força... Construiu as suas muralhas adultas em cima de areias jovens e ingenuas... e agora, de quando em vez, o homem apaga-se e o menino luta por fugir à prisão dentro de si mesmo... Ouve-se o pranto... Sente-se o tremer do corpo nervoso e em agonia...
Quem prendeu o menino? Que macabro acaso da vida lhe pilhou a meninagem? Que homem é este que (sobre)vive com alicerces de uma infânica que se lhe escapou diante dos olhos?
Não é homem... é menino com barba e roupa de senhor...
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